sexta-feira, 13 de setembro de 2013
atividade 3
Multitarefa é uma pessoa que realisa varias atividades ao mesmo tempo.Isso tem um efeito nocivo a saúde mental,porque a pessoal não consegue ser cem por cento no que esta fazendo,eles tem desempenho inferior a uma pessoa normal.
concordo plenamente com essas pesquisas porque ninguem consegue desempenhar mais de uma atividade ao mesmo tempo,a tendência é ter uma queda no redimento.
ja a questão do vicio em pc é algo assustador,porque as pessoas adeptas desse vício acabam ficando isoladas quase que 24 hs por dia e consequentimente perdem a capacidade de socialização,tornando-se um problema para a familia.
Um dos meios mais viciantes são os jogos em redes,porque as pessoas començam a copetir entre sim,e quanto mais se ganha mais dá vontade de jogar.Mesmo sabendo desse problemas essas pessoas não conseguem deixar o vicio,somente uma ajuda a familia consegue libertar esses dependentes desse mundo perigoso.
A internet é uma ferramenta poderosa que pode ser usada para o bem ou para o mal,pois ela muitas das vezes é usada de maneira discriminida de forma que está prejudicando muitas pessoas.hoje em dia as pessoas não confiam ao menos ciquenta por cento no uso da internet para realizar compras ou fazer transaçoes bancarias,porque os indices de criminalidade ao passar dos dias so veem se acentuando, dai o motivo pra ficar de pé atras quanto ao seu uso.
mas nao é so um lado negro que ela possui,da mesma forma que ela prejudica ela ajuda tambem,um bom exemplo é a educaçao ead no Brasil,que esta revolucionando a educaçao graças a internet.
Jogos como mencionei no primeiro paragrafo causa males irreparavéis a saúde dos seus adeptos,mais claro que nao precisa ficar sem jogar,é simplismente fazer uso com moderaçao,não permitir que eles sejam o dono do seu tempo e sim vc.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Vida & Saúde - Pessoas multitarefa e a necessidade de esquecer
Nesse vídeo podemos ver a opinião da Psicóloga Kátia Oliveira (Graduada em Psicologia pelo UNASP – campus São Paulo e especialista em Terapia Cognitiva e Comportamental pela USP. Além de atuar como Psicóloga Clínica, é Personal e Profissional Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e, também, é Graduada em Letras).
E do Psicólogo Djonny Becker de Andrade ( Formado em psicologia e teologia pelo Centro Universitário Adventista São Paulo e Graduação incompleta em Música com especialização em Composição pela Universidade Federal de Goiás. Além de Trabalhar na Clínica Adventista Vida Natural como psicólogo e esta fazendo o Curso de Especialização em Terapia Comportamental e Cognitiva pela Universidade de São Paulo.)
Esse video e importante pois através dele podemos analisar a opinião de Psicólogos Brasileiros com o documentário da GNT. Pessoas Multitarefas ou Multitask (termo citado no vídeo) existem em todo o mundo mais com suas particularidades, mudando de região para região....
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Texto do Reinaldo Azevedo: Esse artigo de opnião vem nos mostra como o governo Brasileiro da assistencia as pessoas de classe baixa no ENEM.
O tema estúpido da redação do Enem, as mentiras do examinador e as duas exigências absurdas feitas aos estudantes. Ou: Intelectualmente falando, prova de redação deveria ser impugnada!
Não
vi no detalhe a prova do Enem. Sei que professores de cursinho divergem
sobre a resposta de algumas questões, a maioria relacionada a
interpretação de texto, que costuma mesmo ser terra de ninguém. Mas não
vou me ater a isso agora. Quero aqui comentar o tema da redação.
Poucas
pessoas se deram conta de que o Enem — quem quer tenha elaborado a prova
— deu à luz uma teoria e obrigou os pobres estudantes a escrever a
respeito, a saber: “O movimento imigratório para o Brasil no século
XXI”. Ainda que houvesse
efetivamente um fenômeno de dimensão tal que permitisse tal afirmação —
não há —, cumpre lembrar que estamos apenas nos 12 primeiros anos do
referido século.
“Século”,
em ciências humanas, não é só uma referência temporal. É também um tempo
histórico. Mais 30 anos podem se passar, sem que tenhamos chegado à
metade do século 21, e podem diminuir drasticamente as correntes — que
nem são fluxo nem são movimento — de migração para o Brasil. Tratar esse
evento como característica de século é burrice. Provo: “O PT é o
partido que mais elegeu presidentes no século XXI”. O que lhes parece?
Ou ainda: “O PSDB é o maior partido de oposição do século XXI no
Brasil”. Ou isto: “O PMDB, no século 21, participa de todos os
governos”.
Ao
estudante, são apresentados três textos de referência. Um deles trata da
imigração para o Brasil no século 19 e começo do século 20 e de sua
importância na formação do país. Um segundo aborda a chegada dos
haitianos ao Acre, e um terceiro trata dos bolivianos clandestinos que
trabalham em oficinas de costura em São Paulo.
Vejam que
curioso. O examinador acabou fazendo a redação — e das ruins, misturando
alhos com bugalhos. Tenta-se induzir os alunos a relacionar essas duas
ocorrências recentes — a chegada de haitianos e de bolivianos — aos
fluxos migratórios do passado, quando houve um claro incentivo oficial à
entrada de imigrantes. Os fatos de agora não guardam qualquer relação
de forma ou conteúdo com o que se viu no passado.
Mas e daí?
O Enem não está interessado em rigor intelectual — e bem poucos alunos
do ensino médio teriam, com efeito, crítica suficiente para estabelecer
as devidas diferenças. A prova não quer saber dessas diferenças — e
chego a temer que um aluno mais preparado e ousado, coitado!, possa
quebrar a cara. Um ou outro poderiam desmoralizar a “teoria”, com o
risco de ser desclassificado.
Na
formulação da proposta, pede-se que o aluno trate do tema “formulando
proposta de intervenção que respeite os direitos humanos”. Assim,
exige-se do pobre que, além de defender e sustentar com argumentos uma
tese estúpida, ainda se comporte como um verdadeiro formulador de
políticas públicas ou, sei lá, um especialista em populações.
Essas duas
exigências foram já incorporadas às provas de redação do Enem. Muito
bem: digamos que um estudante seja contrário a que se concedam vistos a
quaisquer pessoas que cheguem clandestinas ao Brasil, defendendo que
sejam repatriadas. Esse aluno hipotético estaria apenas cobrando
respeito à lei — pela qual deve zelar o Poder Público — o mesmo Poder
Púbico que realiza a prova.
Digam-me
cá: a repatriação de clandestinos é uma “intervenção aceitável”, ou o
estudante está obrigado a concordar com o examinador, como há de ceder
que, afinal, dois mais dois são quatro? A repatriação, no caso, seguindo
os passos das leis democraticamente instituídas no Brasil, caracteriza
um atentado aos direitos humanos? Até agora, o próprio governo federal
não sabe o que fazer com os haitianos, e o Ministério Público do
Trabalho não consegue coibir a exploração da mão de obra boliviana. Por
que os estudantes teriam de ter para isso uma resposta?
Atenção!
Eu nem estou aqui a defender isso ou aquilo. Noto apenas que a imigração
ilegal divide opiniões no mundo inteiro e que é um absurdo, uma
arrogância inaceitável, que se possa, depois de inventar uma tese,
estabelecer qual é a opinião correta que se deve ter a respeito,
exigindo ainda que os estudantes proponham “intervenções”, porém
vigiados pelo “Tribunal dos Direitos Humanos”. Aí o bobinho esperneia:
“Mas defender os direitos humanos não é um bem em si, um valor em si?”.
Claro que é! Assim como ser favorável ao Bem, ao Belo e ao Justo. A
questão é saber que tribunal decide quando “os direitos humanos” estão
ou não a ser respeitados. Eu, por exemplo, considero que seguir leis
democraticamente instituídas ou referendadas, segundo os fundamentos da
dignidade humana (a integridade física e moral), é uma expressão
eloquente dos… direitos humanos!
A prova é
apenas macumbaria multiculturalista mal digerida — não que possa haver
uma forma agradável de digeri-la, é bom deixar claro! As provas de
redação do Enem — e de vários vestibulares — têm cobrado que os alunos
sejam mais bonzinhos do que propriamente capazes.
Não por
acaso, nas escolas e nos cursinhos, as aulas de redação têm-se
convertido — sem prejuízo de o bom professor ensinar as técnicas da
argumentação — numa coleção de dicas politicamente corretas para o aluno
seduzir o examinador. Com mais um pouco de especialização, o pensamento
será transformado numa fórmula ou numa variante do “emplastro
anti-hipocondríaco”, de Brás Cubas (o de Machado de Assis), destinado “a
aliviar a nossa pobre humanidade da melancolia”.
É o que
têm feito os professores: um emplastro antipoliticamente incorreto,
destinado a “aliviar os nossos pobres alunos da tentação de dizer o que
eventualmente pensam”.
Isso, como todo mundo sabe, é o contrário da educação.
A partir
de hoje, começo a escarafunchar as teses de especialistas brasileiros em
geografia humana e populações em busca do “Movimento Migratório para o
Brasil no século 21″ — nada menos. Segundo critérios estritamente
intelectuais, essa prova de redação deveria ser simplesmente impugnada.
Sei que
não é conforto para os alunos que fizeram a prova, mas escrevo mesmo
assim: se vocês não tinham muito o que dizer a respeito, não fiquem
preocupados — vocês foram convidados a falar sobre uma falácia, sobre o
nada.
Por Reinaldo Azevedo, Artigo publicado dia 05/11/2012
Assinar:
Postagens (Atom)